Só uma pequena
atualização... em formato de nota — notinha — rápida e breve, na essência
jornalística habitual às crônicas deste portal pessoal de notícias,
pessoalíssimas.
Não; não é possível o
monitor, atendente ou expedidor (dispatcher), ter acesso remoto à
“temperatura dos contêineres” e “à maior parte deles senão totalmente”. Dizê-lo
é: forçar a barra; e corrijo-me a gafe e a falsidade das informações divulgadas
naquela crônica: Está Perfeito.
Antes, é verdade que o
tem restrito aos contêineres do grupo Maersk, e só, — por enquanto.
A conclusão arrematadora supostamente
não poderia ser mais desmotivadora a quem, como eu, não tem uma profissão de
verdade.
— Então, com dias
contados o auxiliar reefer? — ao que lhe perguntei depois que lhe ouvira
o que aqui expus resumidamente.
— Sim.
Direto e oficial, olhos
fitos nos meus, respirando como quem “come mosca”. Como percebesse em tempo que
talvez houvesse acabado com os meus sonhos, e de outros que percebessem a
automatização de produção que tem ele, o monitor, e a receita descomunal na
medida inversa do corte de gastos desnecessários tirada disso, desconversou
conversando o seguinte:
— Por quê? Você já pensa
aonde quer ir depois daqui?
— Não faço ideia.
Mas para o meu suposto alívio e esperança de muitos, e para a consciência sentida de Vitor, até onde precisarem de gente conectando e desconectando unidades refrigeradas, precisarão dos auxiliares; até onde precisarem de arrumadores de cabo pela medalha de qualidade, precisarão de auxiliares. Ao menos por ora; enquanto não chegam os temíveis e rentáveis humanoides da Tesla. Ou equivalentes chineses.
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